30 de setembro de 2012

A Sublime Contabilidade


A Sublime Contabilidade

“Não tendo ele com o que pagar” Mateus 18:26
O homem ao peregrinar sem entendimento pela estrada da vida, sente-se senhor supremo das suas vontades e merecedor de possuir todos seus desejos físicos realizados, mas não imagina que se  sua vida fosse apenas pautada na Justiça Divina, seria servo fiel aos desígnios de Deus.
Muitos buscam consolidar na existência física os anseios meramente materiais, transgridem leis imutáveis no intento de elevar-se frente aos homens, exigindo que lhes sejam fies seguidores e esquecem-se que chegara o dia de quitar tais equívocos.
Muitos contraem dívidas exorbitantes, por anseio em alimentar a vaidade e o orgulho, comprazendo-se de menosprezar o próximo e humilhar os irmãos menos esclarecidos, não percebendo que acumulam dividas na contabilidade celeste, cujo credor é a sua consciência.
Planejamentos sublimes não relegados para a posteridade, para que os caprichos imediatistas da ostentação lhes sejam evidenciados em primazia.
Entretanto recorrem aos recursos Divinos quando percebem-se acumuladores de débitos volumosos e incapazes de quitação por conta própria.
Neste instante, quando o homem reconhece sua real condição de devedor incondicional, busca na Divina Misericórdia os préstimos sublimes para a quitação dos débitos contraídos no pretérito.
Recorrendo ao amor incondicional do Criador, solicita as oportunidades de multiplicar os talentos ofertados por empréstimo a fim de minimizar os débitos, mas ao encontrar-se em situação de conforto e tranqüilidade relativa, se desvia do caminho e esquecendo-se dos compromissos assumidos, acaba por engendrar em novas dividas.
Neste instante, Deus envia-lhes as situações provacionais como singelos mensageiros, responsáveis por despertar-lhes para a verdadeira caminhada, e convidando-lhes a vivenciar no cotidiano os ensinos engrandecedores do evangelho de luz.
(Mensagem ditada na tarde de 27 de Setembro de 2012, pelo espírito Antônio Carlos Gonzaga)