18 de janeiro de 2013

ESTUDO SISTEMATIZADO DO LIVRO DOS ESPÍRITOS 01 de 193



ESTUDO SISTEMATIZADO DO LIVRO DOS ESPÍRITOS
Introdução ao estudo da Doutrina Espírita
 Itens I e II ( Estudo 01 de 193)
LE001
O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Allan Kardec, Introdução, itens I e II, pags 13 a 16, 77edicao-Feb

Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita

QUESTOES PARA ESTUDO:

TERMOS NOVOS: Para se designarem coisas novas são precisos termos novos. Assim o exige a clareza da linguagem, para evitar a confusão inerente à variedade de sentidos das mesmas palavras.

ESPIRITUALISMO: O espiritualismo é o oposto do materialismo. Quem quer acredite haver em si alguma coisa mais do que matéria, é espiritualista. Não se segue daí, porém, que creia na existência dos espíritos ou em suas comunicações com o mundo visível. LE pág. 13

PRINCIPIO E ADEPTOS DO ESPIRITISMO: A Doutrina Espirita ou o Espiritismo tem por principio as relações do mundo material com os Espíritos ou seres do mundo invisível. Os adeptos do espiritismo serão os espiritas, ou se quiserem, espiritistas. LE pág 13.

ALMA: Chamamos de ALMA ao ser imaterial e individual que em nos reside e sobrevive ao corpo. LE pág. 15

PRINCIPIO VITAL E FLUIDO VITAL: Principio vital é o principio da vida material e orgânica, principio esse comum a todos os seres vivos, desde as plantas até o homem. Pois que pode haver vida com exclusão da faculdade de pensar, o principio vital é uma propriedade da matéria,  um efeito que se produz achando-se a matéria em dadas circunstâncias. Ele reside em um fluído especial, universalmente espalhado e do qual cada ser absorve e assimila uma parcela durante a vida, tal como os corpos inertes absorvem a luz. Esse seria então o fluido vital ao qual também se dão os nomes de fluido magnético  fluido nervoso, etc. LE pág 15.Os seres orgânicos tem em si uma forma intima que determina o fenômeno da vida, enquanto essa força existe. Que a vida material e comum a todos os seres orgânicos e independe da inteligencia e do pensamento; que a inteligencia e o pensamento são faculdades próprias de certas especies orgânicas; que entre as especies orgânicas dotadas de inteligência e de pensamento há uma dotada também de um senso moral especial, que lhe da incontestável superioridade sobre as outras: a especie humana. LE pág 15. A alma vital seria comum a todos os seres orgânicos: plantas, animais e homens; e a alma espitrita somente ao homem. LE pág 16.

1) Que significa a assertiva de Kardec que diz para as coisas novas necessitam-se palavras novas?
Para diferenciar o novo do antigo. Como o Espiritismo espalharia novas luzes sobre o conhecimento do mundo espiritual, os termos antigos poderiam dar interpretações incoerentes com a nova doutrina.
2) Há diferencia entre Espiritualismo e Espiritismo?
Qualquer crença na sobrevivência do ser espiritual apos a morte do corpo físico e espiritualista. As religiões cristas são espiritualistas, assim como o budismo, hinduísmo, etc. Já espiritismo segue os postulados da doutrina espírita, codificada por Kardec.
3) O que o Espiritismo considera como Alma?
Alma e o ser que sobrevive a morte do corpo, e a essência.
Devemos observar que quando nos estudos de O Livro dos Espíritos, o termo alma se refere ao espírito quando encarnado, e o termo espírito se designa os espíritos errantes, ou seja, libertos do corpo físico.
4) Qual o seu entendimento para os conceitos Principio vital e Fluido Vital, acima citado por Kardec?
Principio Vital e uma transformação da matéria primitiva e que possibilita a vida orgânica, através do fluido  vital, que e absorvido pelas criaturas vivas. O fluido vital se origina do principio vital, que e como uma energia mais sutil. Este assunto será tratado com mais profundidade quando estudarmos o cap.IV, de O Livro dos Espíritos.
2ª etapa do estudo:
1) O que objetivou Kardec ao afirmar que "para se designarem coisas novas são precisos termos novos"?
Kardec quis deixar claro por que não se utilizaria de vocábulos como "espiritualista" e "espiritualismo" no trato da nova doutrina que surgia para o mundo. Esses termos já eram utilizados à época para definir outras idéias, que não as trazidas pelos Espíritos. O seu emprego para se referir à Doutrina dos Espíritos, certamente, iria gerar confusão, misturando-se acepções diferentes. Assim, para melhor identificar as novas idéias, criou os termos "espiritismo", "espírita" e "espiritista", aproveitando o mesmo radical da palavra "espírito".
2) Podemos dizer que todo espírita é espiritualista e vice-versa?
Como dissemos, Kardec se utilizou de novos termos porque estava trazendo coisas novas. Espiritualista é, desde aquela época, todo aquele que aceita a crença na existência de alguma coisa no homem além da matéria de que é composto o seu corpo físico. Espírita é aquele que aceita a doutrina ditada pela falange de Espíritos Superiores e estudada e codificada por Allan Kardec. O espírita, seguindo o que ensina a Doutrina dos Espíritos, crê na existência de algo no homem além da matéria. Logo, é também espiritualista. No entanto, o espiritualismo não implica, necessariamente, na crença nos princípios espíritas. Sendo assim, nem todo espiritualista é espírita.
3) Por que Kardec destacou como um dos princípios doutrinários as relações do mundo material com o invisível, se essas relações podem ocorrer em quaisquer dos segmentos religiosos existentes?
Porque o Espiritismo estuda estas relações, o que não é admitido pela maioria das correntes religiosas existentes. Muitas delas chegam a proibir qualquer tipo de relação entre os dois planos de vida. Sendo um de seus pilares, Kardec o destacou logo em sua introdução.
4) Qual o conceito de alma, adotado pelo Espiritismo?
O termo "alma" é utilizado com múltiplas acepções. Para uns, é o princípio da vida material orgânica.
Confunde-se com a própria matéria e com ela se aniquila. É a concepção aceita pelo materialismo. Para outros, é um princípio inteligente universal, do qual cada ser orgânico absorve uma certa porção dessa única alma existente. Morto o organismo, esta porção retornaria ao todo de onde se originou. Não tendo a alma individualidade, trata-se de um conceito bem próximo do materialismo, pois o resultado final é o mesmo: o aniquilamento do princípio inteligente individualizado.
Finalmente, para outra corrente, a alma é um ser moral; distinto e independente da matéria e que sobrevive à morte do organismo físico, conservando sua individualidade. É a acepção mais aceita e a adotada pelo Espiritismo.
Todavia, como a Doutrina estuda as questões da alma tanto enquanto ela permanece no corpo físico como após a morte deste, Kardec e os Espíritos utilizam este termo para se referir ao princípio inteligente enquanto encarnado, ou seja, enquanto está habitando um corpo material. Quando, pela morte deste, ele se desprende, é tratado pelo termo "espírito".
5) Qual a principal função do fluido vital e de onde ele é tirado?
A função principal do fluido vital é a de unir o espírito, através de seu perispírito, ao corpo de carne, animalizando a matéria. O fluido vital é extraído do fluido cósmico universal, do qual se constitui modificação.
(Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo)

Mensagem psicografada - Apenas Isto


Apenas Isto
 “... que nos amemos uns aos outros”.- 2 João 1:5
No campo da existência, o Criador nos oportunizou com igualdade de opções as ferramentas para o progresso e o crescimento verdadeiro.
Criados com simplicidade na essência e livres de qualquer macula, o espírito iniciou sua jornada rumo à perfeição.
Frutos do amor incondicional do Pai e amparados por suas Leis Superiores, todos nós fomos convidados a caminhar pela estrada do aprimoramento.
Somente um Pai soberanamente Bondoso e confiante em sua criação poderia conferir a seus filhos a responsabilidade de seus atos e dar-lhes credibilidade para aprenderem e escolherem a melhor forma de agir.
As múltiplas oportunidades de aprendizagem e conhecimento nos são ofertadas a todo a instante de nossa existência. A cada novo dia que surge, apresentam-se com ele as mais sublimes estações de aprimoramento ofertadas pela mão caridosa do Senhor do Universo.
Primaveras de nossa existência, que abrolham flores de concórdia e fraternidade, perfumando os campos dos corações com o aroma doce da serenidade e esperança.
O verão da caridade, que nos aquece o espírito e ilumina os passos com os raios cândidos da abnegação.
O outono da vida, que exige-nos atenção e prudência em nossas escolhas, convocando-nos ao exercício diário da previdência.
O inverno da expiação que solicita-nos a observar ao nosso redor para pensarmos sobre nossos atos e atitudes, requerendo que venhamos a perseverar no caminho do Bem e busquemos o amparo perene do Amor de Deus.
Eis a simplicidade da vida, que Deus nos dá e apenas nos solicita que possamos multiplicar as dádivas recebidas através do amor ao próximo.
Como nos orienta o apostolo bem amado: Amemo-nos uns aos outros, como assim foi deste o princípio dos tempos.
(Mensagem ditada na manha de sexta feira 18/01/2013, pelo espírito Antônio Carlos Gonzaga, psicografia de Alessandro Micussi)

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Não é a doença. É o pavor de recebê-la.
Não é o parente infeliz. É a mágoa de tê-lo na equipe familiar.
Não é o fracasso. É a teimosia de não reconhecer os próprios erros.
Não é a ingratidão. É a incapacidade de amar sem egoísmo.
Não é a própria pequenez. É a revolta contra a superioridade dos outros.
Não é a injúria. É o orgulho ferido.
Não é a tentação. É a volúpia de experimentar-lhe os alvitres.
Não é a velhice do corpo. É a paixão pelas aparências.
Como é fácil de perceber, na solução de qualquer problema, o pior problema é a carga de aflições que criamos, desenvolvemos e sustentamos contra nós.
(Espírito: ALBINO TEIXEIRA - Médium: Francisco Cândido Xavier - Livro: "Passos da Vida" - EDIÇÃO IDE)
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