24 de julho de 2012

PRECE SUBLIME GRATIDÃO


PRECE SUBLIME GRATIDÃO

Senhor, Vós que seca minhas lágrimas no momento de angustia, mostrando qual perfeito é o futuro ao Vosso lado.
Vós que ilumina meus caminhos, mesmo quando mantenho os olhos fechados para Vossa luz.
Vós que me acolhe com ternura, mesmo quando meu coração se endurece pelo orgulho.
Pai, Vós que vela meus sono e embala meus sonhos, mesmo quando me perco pelo pensamento em devaneio.
Vós que aquece meu coração e alivia os sofrimentos de meu corpo, mesmo quando alimento a enfermidade da imprudência.
Vós que me auxilia e norteia, mesmo quando teimo em errar por vaidade.
Vós que sempre esta comigo, mesmo quando o rejeito e o renego em momentos de raiva.
Bondoso Pai, eu mais peço do que proporciono, mais recebo do que mereço e mais escolho do que sirvo. Mesmo assim Vós nunca me deixastes desamparado, nunca me negastes o necessário para meu crescimento e aprendizado.
Nesse momento Senhor, eu me coloco de joelhos, demonstrando o qual ínfimo me encontro, para agradecer por Vós estar dentro de meu ser, por me proporcionar a chance de servir em Vosso nome, ensinar Vossos preceitos e vivenciar Vossa Divina Criação.
(Do Livro A Dadiva do Amor Divino, pelo espírito Antônio de Pádua)

23 de julho de 2012


DIVINA PROVIDÊNCIA

Lembre-se sempre que aquele que nega os defeitos, se alimenta dos nutrientes tóxicos da vaidade, torna-se mero expectador na arquibancada da vida e mantém-se inerte frente ao alento revigorante da renovação, sujeitando-se as laboriosas provas da existência física.  
A insistência pela condição de ociosidade que se mantém o espírito abrupto pelo orgulho, tende a comprometer seu adiantamento e retardar sua sublimação, alem de propiciar a atrofia dos membros inerentes para seu progresso, exigindo-lhe assim uma condição mais limitada que lhe imponha a caminhada pelo campo assistencial da expiação corpórea.
Sabeis que todos os atos irão repercutir instrutivamente para o engrandecimento espiritual, entretanto, deveis sempre entender que as escolhas atuais e voluntarias de provações menos necessárias, apesar de contribuir pelo campo do aprendizado acabam por compactuar pela prolongação das vicissitudes.
Saiba que a semente submersa na terra, após período de pesarosa improdutividade, é acometida pelas intempéries da natureza e a enxurrada que varre o chão alcança-lhe o confortável leito, obrigando a modificar a posição e convidando-a assim a transformar-se, ofertando-lhe a oportunidade de abrolhar-se e servir ao propósito ao qual lhe detém a criação.
Credes que por mais que se negue a reformulação interior, os desígnios de Deus serão sempre cumpridos, lembrando sempre que o espírito foi concebido para galgar com maestria os degraus rumo a angelitude e por mais que se retarde tal progresso, as leis imutáveis da Divina Providência apresentar-se-ão para que sejam concretizadas.
(Livro Manancial da Sobriedade, pelo espírito Antonio Carlos Gonzaga)

19 de julho de 2012

A violência é a maior exemplificação da inferioridade moral e do desequilíbrio intimo que a pessoa utiliza para externar seus sentimentos mais ocultos. 

(Mensagem de Antônio Carlos Gonzaga)

18 de julho de 2012

O pensamento sem ação é mera utopia. A ação sem pensamento é imprudência, mas o pensamento com ação é transformação. (Mensagem de Antônio Carlos Gonzaga)

17 de julho de 2012


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.."Para fazer o Bem, não é necessário ser Bom, mas para ser Bom é imprescindível que se faça o Bem..." 

..." Falar sobre o Bem, desperta o coração para a Caridade, Fazer o Bem alimenta o espírito com o amor de Deus"...

(Mensagem de Antônio Carlos Gonzaga)

26 de junho de 2012

A PEDRA


A PEDRA


Certa vez, o doce e meigo monge, ao passar nas proximidades de um belo riacho, deparou-se com uma estranha assembléia, onde várias mulheres que trabalham como lavadeiras opinavam fervorosamente sobre o perdão das ofensas. Alguns metros à frente duas mulheres com semblantes franzidos continuavam seu delicado trabalho, sem ao menos se olharem, mas podia-se notar no ar o sentimento de rancor e amargura entre elas.
Esse incidente então seria o motivo desta conversação tão apimentada e descabida das outras senhoras que ali se encontravam. Este pequeno grupo reunido buscava apenas colocar e explanar suas opiniões pessoais e em nada favoreciam para que esse rompimento de laços fraternos se restabelecesse e a harmonia pudesse ali permanecer.
O doce rabi, aproximando-se calmamente da margem do belo riacho, colocando uma de suas meigas mãos dentro de pequena bolsa que carregava junto a sua cintura e ao retirá-la retém um pedaço de pano que se assemelha a um lenço e na outra coleta uma pequena e arredondada pedra na margem do rio.
As curiosas lavadeiras observando a inusitada cena, aos poucos se aproximam, ainda receosas sobre o que iria ocorrer. Entretanto o afável senhor, em nada modifica o semblante calmo e terno, virando-se para a platéia, simplesmente diz:
- Imaginem que essa pedra me foi atirada em uma vila que adentrei e que ate hoje carrego comigo, pois ainda não encontrei meu agressor e assim não pude devolvê-la.
Sem soltar a pedra de uma das mãos e segurando o precioso tecido na outra, inicia sua tarefa de limpeza deste pequeno retalho, mergulhando-o no riacho e esfregando-o de forma constante e incisiva.
No inicio a tarefa parecia facilitada pela pedra que ao atritar ao tecido, conseguia retirar a sujeira do mesmo, as mulheres olhavam a tudo admiradas, e muitas acharam a idéia maravilhosa, algumas buscando copiar os movimentos do talentoso senhor.
Entretanto à medida que os movimentos se tornavam mais invariáveis e ritmados, esse pequeno lenço ia se desfazendo, devido ao atrito do mineral. Nisto as opiniões também iam se modificando, algumas chegaram a manifestar suas idéias, chamando-o de louco, insano, e descuidado.
Ao olhar o produto todo desfeito na mão daquele pobre homem, as impulsivas lavadeiras ansiavam então expor suas conclusões com extrema certeza.
Entretanto o bondoso samaritano ainda desejoso em fazer-se compreendido, curva-se frente ao refrescante riacho e mantendo presa em sua mão a pedra, busca em vão dessedentar-se, pois o pequeno objeto dificultava de forma intensa a mais essa simples tarefa.
As então sorridentes e irônicas lavadeiras direcionaram certas palavras ofensivas e críticas aquele insensato senhor:
- Isso não tinha como dar certo.
- Você deveria ter jogado a pedra fora enquanto tinha tempo.
- Não sei por que você vendo que essa pedra o atrapalhava não a jogou fora.
Outras foram ainda além:
 - Só um louco carrega algo que não lhe tem valor ou lhe serve de auxiliar.
- Como pode se apegar a algo tão insignificante assim ao ponto de sacrificar-se por nada.
Neste instante o adorável monge, eleva seu olhar paternal a todas essas humildes e simplórias senhoras e como que pudesse adentrar em cada coração, sorridente exclamou:
- Vejamos como as coisas se tornam mais claras, quando passamos a analisá-las com atenção, quisera eu ter evitado desastroso desfecho, mas como apenas me preocupei em manter próximo a mim o objeto que outrora me agrediu e assim ao efetuar minha tarefa, não notei o quanto flagelava o pobre tecido que acabou por romper-se, devido aos meus imprudentes e constantes movimentos e quanto mais me dedicava a apegar-me a pedra e utilizá-la como ferramenta no trabalho e motivação na tarefa, mais prejudicado o tecido se fazia.
Assim somos nós que em nossas caminhadas pela existência, coletamos pedras pelo caminho, muitas vezes com a desculpa de nos protegermos, evitarmos sermos atacados ou simplesmente por vaidade e egoísmo.
O orgulho que alimentamos em nosso intimo e a negativa em reparar o erro cometido pelo equivoco ou escolha menos assertiva e que nos negamos a perdoar, assemelha-se a esta pequena pedra que carrego comigo e sempre que a mantemos presa em nossas mãos, notamos que mais ela nos prejudica a cada momento e acabamos por comprometer nossa existência por algo sem serventia ou importância, mas à medida que resolvemos abandoná-la, conseguimos continuar as tarefas sem maiores complicações. Basta analisarmos, que se algo não me auxilia, significa que não tem necessidade de ser transportada e muito menos utilizada.
Após simples exposição, as duas senhoras que se encontravam próximas e em momento algum se manifestaram, olharam-se enternecidas e se abraçaram.
Quem seria o ofensor ou o ofendido não mais importava, o perdão havia adentrado nos corações aflitos e aplacado as dores da desilusão.
A pedra que o monge coletou, foi novamente colocada no singelo regato e o doce homem continua sua caminhada, pois nesse dia, a roupagem da alma foi lavada com a agua da fraternidade e do entendimento.
( Texto do Livro SINGELO PEREGRINO - Ensinos de Um Doce Rabi Peregrino - Psicografado por Alessandro Micussi, ditado pelo espírito de Antônio Carlos Gonzaga)

21 de junho de 2012

Mensagem de Antônio Carlos Gonzaga

..."A expiação é a expressão maior do auxilio Divino aos irmãos que encontram-se incapacitados de reparar seus equívocos por sua própria consciência, sendo sempre assistidos pelos sublimes mensageiros celestes através do amor Infindável de Deus."
(mensagem de Antonio Carlos Gonzaga na noite de 21 de Junho de 2012)

20 de junho de 2012

INDICAÇÃO DE LEITURA PARA ESTUDO -


Perispírito - O que os Espíritos disseram a respeito
De Geziel AndradeEditora - EME
Por meio de uma linguagem fácil, Geziel consolidou neste livro, tudo o que os espíritos disseram a respeito do perispírito. Além de utilizar-se das informações contidas nas Obras Básicas e na Revista Espírita, Geziel visita também a vasta bibliografia de Léon Denis, Delanne, Emmanuel/Chico Xavier, Manoel Philomeno de Miranda/Divaldo Franco. Não se esquecendo do consagrado repórter do Além, mergulhou fundo também na extensa obra de André Luiz, dedicando-lhe uma das quatro partes deste trabalho.

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Pensemos Nisso

O QUE MAIS SOFREMOS
O que mais sofremos no mundo –
Não é a dificuldade. É o desânimo em superá-la.
Não é a provação. É o desespero diante do sofrimento.
Não é a doença. É o pavor de recebê-la.
Não é o parente infeliz. É a mágoa de tê-lo na equipe familiar.
Não é o fracasso. É a teimosia de não reconhecer os próprios erros.
Não é a ingratidão. É a incapacidade de amar sem egoísmo.
Não é a própria pequenez. É a revolta contra a superioridade dos outros.
Não é a injúria. É o orgulho ferido.
Não é a tentação. É a volúpia de experimentar-lhe os alvitres.
Não é a velhice do corpo. É a paixão pelas aparências.
Como é fácil de perceber, na solução de qualquer problema, o pior problema é a carga de aflições que criamos, desenvolvemos e sustentamos contra nós.
(Espírito: ALBINO TEIXEIRA - Médium: Francisco Cândido Xavier - Livro: "Passos da Vida" - EDIÇÃO IDE)
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Mensagem de Reflexão

"A fé ilumina, o trabalho conquista, a regra aconselha, a afeição reconforta e o sofrimento reajusta; no entanto, para entender os Desígnios Divinos a nosso respeito, é imperioso renovar-nos em espírito, largando a hera do conformismo que se nos arraiga no íntimo, alentada pelo adubo do hábito, em repetidas experiências no plano material".

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